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Outras obras de Odilon Redon

Eu te adoro como à abóbada noturna, ó vaso de tristeza, ó grande taciturna, prancha 2 de 9
Eu te adoro como à abóbada noturna, ó vaso de tristeza, ó grande taciturna, prancha 2 de 9
Às vezes encontra-se um velho frasco que se lembra, de onde jorra, bem viva, uma alma que retorna, prancha 3 de 9
Às vezes encontra-se um velho frasco que se lembra, de onde jorra, bem viva, uma alma que retorna, prancha 3 de 9
Se numa noite pesada e sombria um bom cristão, por caridade, atrás de algum velho escombro enterrar teu corpo tão louvado, prancha 4 de 9
Se numa noite pesada e sombria um bom cristão, por caridade, atrás de algum velho escombro enterrar teu corpo tão louvado, prancha 4 de 9
Prazer, fantasma elástico!, prancha 5 de 9
Prazer, fantasma elástico!, prancha 5 de 9
Sobre o fundo de nossas noites, Deus, com seu dedo sábio, desenha um pesadelo multiforme e sem trégua, prancha 6 de 9
Sobre o fundo de nossas noites, Deus, com seu dedo sábio, desenha um pesadelo multiforme e sem trégua, prancha 6 de 9
Sem cessar a meu lado agita-se o Demônio, prancha 7 de As Flores do Mal de Charles Baudelaire
Sem cessar a meu lado agita-se o Demônio, prancha 7 de As Flores do Mal de Charles Baudelaire
Glória e louvor a ti, Satã, nas alturas do Céu, onde reinaste, e nas profundezas do Inferno, onde, vencido, sonhas em silêncio!, prancha 8 de 9
Glória e louvor a ti, Satã, nas alturas do Céu, onde reinaste, e nas profundezas do Inferno, onde, vencido, sonhas em silêncio!, prancha 8 de 9
Vinheta final, prancha 9 de 9
Vinheta final, prancha 9 de 9